quinta-feira, 22 de maio de 2008

Amon Amarth

1992 em Tumba, em um pequeno subúrbio de Éstocolmo, Suécia: 5 músicos, a maioria deles da banda SCUM, ( o nome da formação original ) resolveram se juntar e então criar uma nova banda. O nome - AMON AMARTH - a montanha da perdição,escolhido do livro famoso de J.R.R. Tolkien "o senhor dos anéis". A primeira formação oficial era: Johan Hëgg (Vocal), Olavi Mikkonen (guitarra), Anders Hansson (guitarra), Ted Lundström (baixo) e Nico Kaukinen (bateria). Liricamente influenciado pela mitologia viking e com um som típico do metal (Death/Black) AMON AMARTH gravou seu primeiro álbum demo no verão de 1993. Mas a qualidade sonora de "Thor Arise" era péssima e assim a demo nunca foi lançada. Em 1994 os garotos tentaram uma segunda vez e gravaram outro demo o qual agora era denominado “The Arrival Of The Fimbul Winter". Ficando popularmente conhecido no underground, AMON AMARTH assinou seu primeiro contrato com “Pulverized Records” em Singapura.

Dentro de 5 dias AMON AMARTH gravou seu primeiro CD (este com um selo),. O CD foi gravado no "Abyss Studio" cujo proprietário é Peter Tägtgren - HYPOCRISY. O CD contem 5 faixas, 3 dessas inéditas e 2 re-gravadas do demo "Arrival Of The Fimbul Winter" . O CD foi liberado em abril 1996 e ajudou à banda fazer contato com alguns selos importantes. Em junho do mesmo ano, o baterista Nico Kaukinen deixou a banda, mas foi substituído por Martin Lopez.Depois que do sucesso que Sorrow Throughout the Nine Worlds fez, as gravadores portadoras de selos famosos começaram a demonstrar interesse na banda. Finalmente a banda decidiu-se por assinar com o famoso selo "Metal Blade Records" (CANNIBAL CORPSE, VADER, SIX FEET UNDER, etc....). Em março 1997 a banda entrou no estúdio para gravar seu primeiro registro full-length. Após uma nova temporada de gravação no "Abyss Studio, "Once Sent From The Golden Hall" estava nas lojas.

As reações eram surpreendentes e estava provado que AMON AMARTH não era somente uma banda Sueca de death metal.
Um mês antes do inicio da sua grande turnê juntamente com DEICIDE, SIX FEET UNDER and BRUTAL TRUTH, em junho 1998, o guitarrista Anders Hansson decidiu por deixar a banda. Mas a busca por um novo guitarrista não foi longa, assim que Johan Söderberg, um velho amigo Olli, entrou na banda como segundo guitarrista. Depois da turnê, Martin Lopez deixou a banda, mas foi substituída por Fredrik Andersson (Ex-A CANOROUS QUINTET). Em Fevereiro/Março do ano de 1999 a banda começou a gravar seu segundo álbum full-length, intitulado "The Avenger". Também gravado no "Abyss Studio" com Peter Tägtgren. A turnê deste disco foi a dos famosos festivais como "X-Mas Massacre Festivals" com MORBID ANGEL como o headliner.

Após esse, a banda prosseguiu uma última vez ao "Abyss Studio" para gravar o seu álbum mais “agressivo”. "The Crusher",lançado em março 2001 é considerado um dos melhores álbuns. Mais portas se abria para a banda, e assim que o álbum foi lançado AMON AMARTH saiu em turnê com MARDUK e VADER “NO MERCY FESTIVALS”.. Após isso, no outono de 2001 a banda tentou sua primeira turnê Americana. Mas após o ataque terrorista de 11 de setembro a turnÊ foi transferida para janeiro de 2002. Mas também desta vez algo de mau aconteceu, o headliner da turnê, MARDUK, não pode entrar no EUA. Mas cada coisa má tem um lado bom, ocorreu que a banda teve a sua primeira oportunidade de ser headliner em uma turnê. Em abril 2002 começou a turnê Européia com a banda sueca VOMITORYEm agosto do mesmo ano, AMON AMARTH teve seu segundo melhor desempenho no legendário e famoso WACKEN OPEN AIR FESTIVAL. Com um público de 12.000 pessoas viram do que se tratava a já famosa banda sueca AMON AMARTH, a excitação tomou conta do lugar e ganhavam a partir daquele momento uma grande legião de fãs. Diretamente em seguida essa mostra, AMON AMARTH voltou aos estúdios para gravar a continuação do álbum “The Crusher”.

Infelizmente, Peter Tägtgren tinha parado para gravar todas as bandas em seu estúdio, AMON saiu à procura de um novo estúdio. Selecionaram de "Berno Studio" in Malmö em Malmö, Suíça. "Versus the World" foi comemorado por fase e pela imprensa, este é um marco na história da banda AMON AMARTH.
Após este sucesso a banda não parou com os shows, suas turnês incluíram também em Islândia e Israel. Em maio 2004 a faixa anunciou que entraria no estúdio para gravar um outro álbum. o "The Fate of Norns" foi lançado em 6 de setembro 2004. Mas não pararam por ai, em 2006 retornaram aos estúdios onde gravaram o seu ultimo álbum With Oden On Our Side, o qual apresenta um Cd Bônus, onde estão reunidas algumas das melhores e mais raras gravações já feitas pela banda.O DVD "Wrath Of The Norsemen" lançado no dia 30 de maio de 2006 é um dos melhores trabalhos da banda.Amon Amarth tem hoje uma legião fiel de fãs por todo o mundo, no Brasil, na Alemanha, na Suíça, França, EUA e em muitos outros países








DISCOGRAFIA



1993 - Thor Arise (Demo)



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1994 - The Arrival of Fimbul Winter (Demo)


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1996 - Sorrow Throughout the Nine Worlds [EP]



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1998 - Once Sent from the Golden Hall


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1999 - The Avenger




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2001 - The Crusher



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2002 - Versus the World


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2004 - Fate of Norns




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2006 - Wrath Of Norsemen [DVD]




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2006 - With Oden on Our Side



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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Bathory


História:

Originário da Suécia (terra de Candlemass e Malmsteen), na cidade de Estocolmo, o Bathory tem sua história coberta de mistério. Pouco se encontra de concreto sobre o assunto, especialmente sobre o line-up. Contemporâneo de Kreator, Destruction e Sodom, foi influência para outras bandas que vieram depois como Emperor, Samael e Tiamat.Formado em 83 pelo multi-instrumentista Seth Quorthon e dois amigos, somente por diversão, o Bathory era uma banda de garagem que fazia covers de bandas como BLACK SABBATH e Venom. Nessa garagem, que funcionava como mecânica e tinha peças de carros amontoadas, a banda tocava em equipamentos precários.


O lugar era tão pequeno que, segundo o próprio Quorthon lembra depois, "se entravam os instrumentos, os músicos tinham que sair". O Bathory tem a singularidade de ser um projeto apenas de estúdio, gravando álbuns mas não se apresentando em shows. Seu idealizador é Quorthon, que faz a maioria das guitarras, violões, efeitos de som, vocais, mixagens e tem influências declaradas de música clássica, Beethoven e Wagner em particular.O nome Bathory vem de uma condessa chamada Elizabeth Bathory, nascida em 1560, que morava em um castelo na Hungria. Ela tinha o estranho costume de se banhar em sangue de virgens porque acreditava ser o segredo do rejuvenescimento. Após várias suspeitas, o rei da Hungria ordena que invadam o castelo e os soldados encontram várias meninas mortas e outras presas. Elizabeth é julgada (a transcrição do seu julgamento existe até hoje na Hungria) e presa em solitária enquanto seus cúmplices são queimados vivos.Existem indícios históricos de que o governador da província em que Elizabeth morava teria inventado estórias sobre ela para pressioná-la a pagar a dívida de impostos a ele. O pretexto foi a "caçada às bruxas" da Inquisição promovida pela Igreja Católica e pelos moralistas da época. Elizabeth Bathory foi a principal responsável pelo início da lenda dos vampiros.
Considerado como um dos primeiros trabalhos de black metal, com suas histórias macabras, Quorthon conta anos depois que sua principal inspiração vinha da revista de terror cômico "Chock" (semelhante a "Tales From the Crypt") e diz ironicamente que não é resultado da leitura de "nenhuma Bíblia Negra". Em fevereiro de 84 o Bathory participa da compilação "Scandinavian Metal Attack" com as músicas "Sacrifice" e "Return of the Darkness and Evil". Muitas pessoas gostaram e a gravadora recebeu correspondências com elogios, levando o Bathory a ser convidado para gravar um álbum. Oito meses depois, em outubro, a banda lança "Bathory".Gravado e mixado na Suécia em apenas três dias, o álbum traz uma curiosidade; a capa era para ser preta e dourada, mas como o resultado iria ser muito caro, o logotipo foi impresso em branco. Apenas 700 capas com o bode em amarelo, conhecida como "The Yellow Goat", foram feitas. A raridade hoje pode ser encontrada por um preço entre $200 e $400.“Bathory” é um álbum de black metal clássico, com riffs rápidos e que, segundo o próprio Quorthon, teve a influência das “letras do BLACK SABBATH e da intensidade sonora do Motörhead”. Já no início de 85, a banda faz outra participação, agora em "Scandinavian Metal Attack II", com as faixas "Hades" e "War" do álbum recém lançado.
Em maio de 85 é lançado o álbum "The Return", também gravado na Suécia. A música "Born for Burning" é dedicada a uma “bruxa” chamada Marrigje Ariens, nascida em 1521 e queimada pela Inquisição em 1591 na Holanda. As letras e composições desse álbum continuam black metal, mas percebe-se maior criatividade e originalidade que no trabalho anterior apesar do curto tempo entre os dois.A participação do Bathory em "Speed Kills 2", com a faixa "Possessed" do álbum "The Return", marca o ano de 86.
Em maio de 87 a banda lança "Under the Sign of the Black Mark" que traz uma foto do Stockholm Opera House na capa. Novamente o estilo é o black metal rápido, porém as letras agora têm a guerra como tema crescente.A música "Woman of Dark Desires" é dedicada à memória da própria Elizabeth Bathory (1560-1640) e "Of Doom" aos fãs. Durante o período de composição, Quorthon diz só ter escutado música clássica, para se inspirar e criar novos arranjos, o que pode ter trazido ao álbum um pouco mais de melancolia e frieza às músicas.
No ano seguinte o Bathory participa, juntamente com Death, Onslaught e Agent Steel, entre outras, de "Speed Kills 3" com a faixa "Of Doom" do álbum anterior. Ainda em 88, em outubro, é lançado "Blood Fire Death" com muito mistério. Nada se sabe sobre Kothaar (o baixista) e Vvornth (o baterista) que participam desse álbum. Tudo foi mantido em segredo e só se sabe que eles são suecos.As letras agora falam predominantemente de guerras e batalhas da chamada "Era Viking" da história e mitologia européia. A capa do álbum é uma pintura de 1872 de Peter Nicolai Arbo chamada "Asganrdsteien" e a fotografia da banda é de Pelle Mattéus e a única foto deles em todos os álbuns do Bathory.
Em 89 participam de "Speed Kills 4", dessa vez um álbum duplo, que também contou com Exodus, Nuclear Assault, Possessed, Dark Angel e Acid Reign. A faixa escolhida foi "For All Those Who Died" do "Blood Fire Death".
O Bathory assina então com a Noise Records no início de 90 (Running Wild, Celtic Frost, Kreator, Voivod, Helloween, Destruction, Gamma Ray e Hellhammer) e em abril do mesmo ano “Hammerheart” é lançado. A produção do misterioso Boss, que voltaria a aparecer nos próximos trabalhos da banda, e a capa é uma gravura de Sir Frank Dicksee, chamada "A Viking's Last Journey", cedida pela Manchester City Art Gallery.O estilo do Bathory segue se transformando e fica mais lento e totalmente voltado ao tema viking. Quase todas as músicas são longas e pesadas e as letras falam principalmente da vida dos guerreiros e de batalhas. “Hammerheart” marca também a produção do primeiro e até agora único vídeo clipe da banda, com a faixa "One Rode to Asa Bay".
Em junho do ano seguinte a banda lança "Twilight of the Gods" que traz um som ainda mais lento, pesado e depressivo que o álbum anterior. A temática continua sendo viking e tem visível influência de música clássica. A faixa "Hammerheart", inclusive, é uma música clássica escrita por Gustav Holst em que Quorthon trabalhou escrevendo uma letra. As capas dos álbuns do Bathory sempre foram muito bonitas, mas esta merece destaque. Na contra-capa existe um trecho de Friedrich Nietzsche (filósofo alemão) de 1871 que fala sobre a época moderna em que as pessoas perceberão que Deus não existe, que nada poderá salvá-las, e será uma época de grande temor por não se ter onde apoiar. Será a época do "twilight of the gods" (decadência dos deuses), que inspirou o nome do álbum.

"Transcrição do texto da contra-capa"
“O, what harm do we not bring upon our self in search of the utter freedom in this modern age of madness. Man will need to ask herself: -"now that we seek to record all our origin, We have also proven that god is not. Who will now tell us so that we will listen, when we have broken the last of the laws of nature when we shouted "freedom. Liberty" and held nothing against the elimination of the first?" one may indeed fear this era, for it is not only the moment of truth and of repentance. For it is also truly...........The twilight of the gods!”
Friedrich Nietzsche (1871)

Este era para ser o último trabalho do Bathory. Quorthon admite mais tarde ter cansado do Bathory e entrado em crise porque fãs pediam para que o projeto não acabasse. Em 91, a compilação "Touch of Death" leva a faixa "Blood And Iron" do álbum "Twilight Of The Gods" e abre caminho para a avalanche de trabalhos remasterizados, relançados, reorganizados e requentados do Bathory que viria em seguida. Em outubro do ano seguinte é a vez da coletânea "Jubileum Volume I" trazer quinze faixas em mais de uma hora de música. Entre elas estão "Rider at the Gate of Dawn" (gravada em 87), "Crawl to your Cross" (89), "Sacrifice" (que saiu na compilação "Scandinavian Metal Attack", de 84) e "You Don't Move Me (I Don't Give a Fuck)" que não havia sido lançada em álbum.
"Jubileum Volume II" sai em maio do ano seguinte contendo doze faixas. Algumas delas são "The Return Of The Darkness And Evil" (da compilação "Scandinavian Metal Attack"), e "Burnin’ Leather" (gravada em 87) e "Die In Fire" (em 83) que não haviam sido lançadas em nenhum álbum.Depois de três anos sem gravar, Quorthon lança dois álbuns com aproximadamente seis meses de diferença. As músicas de "Requiem", de outubro de 94, foram escritas em duas semanas e trazem um som diferente dos dois últimos álbuns.
Apesar de ser ainda rápido, e letras que voltam a tratar de ocultismo. “Octagon", de junho de 95, muda significativamente e fica mais thrash que o anterior, com um toque industrial. Os vocais estão mais crus e não tão abafados, e as letras mudam de foco para temas da sociedade, como guerra, violência e intolerância.
O álbum seguinte, "Blood on Ice", foi lançado em abril de 96 e marca uma volta ao viking metal, mais lento. As letras são em forma de saga e contam a história de um garoto, único sobrevivente de uma vila que foi atacada, que busca vingança. A inspiração veio de Conan – The Barbarian e da obra "Götterdämmerung" de Wagner. Quorthon sempre foi aficionado pela obra de Wagner e procurou ler as mesmas coisas que ele para saber de onde vinha a inspiração. Além disso, lia as histórias de Conan desde garoto e se diz "fã incondicional de história", especialmente a Era Viking da história européia que, segundo ele, não é muito conhecida fora da Europa e da qual as pessoas têm uma idéia errada, muito por culpa de Hollywood.
Ele começou a estudar mitologia Escandinava e Alemã para escrever a saga de “Blood on Ice”, em 87, por prazer pessoal apenas e não tinha pensado em rimas e música. Desde aquela época, Quorthon já queria mudar o estilo musical do Bathory, mas a imprensa e os fãs ainda os chamavam de "a banda satânica da Suécia" e, diz ele, que isso deixava a banda confusa. Eles ainda recebiam naquele momento cartas do mundo todo perguntando se era verdade que eles "comiam bebês, tomavam sangue de anjos e viviam em cavernas satânicas". O álbum havia sido gravado depois de “Blood Fire Death” mas nunca lançado, até que Quorthon o encontrou e trabalhou nele durante um mês e meio. Ele chegou a mencionar uma mudança de direção no início dos anos 90 e recebeu várias cartas de fãs pedindo para que ele realizasse mesmo o projeto. Anos depois, ele diz que se sentiu como se estivesse começando o Bathory de novo e que havia se cansado de gravar álbuns “cheios de gritos de Satan e coisas do tipo".
A banda desintegrou-se no dia 6 de julho de 2004, quando Quorthon sofreu um ataque cardíaco em sua própria casa.



Discografia



1984 - Bathory







1987 - Under The Sign Of The Black Mark






1988 - Blood Fire Death





1990 - Hammerheart




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1991 - Twilight Of The Gods



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1992 - Jubileum Vol. I



1993 - Jubileum Vol. II


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1994 - Requiem



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1995 - Octagon



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1996 - Blood On Ice



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1996 - In Conspiracy With Satan [Tribute]


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1997 - A Tribute To Bathory - Hellas Salutes The Vikings



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1998 - Jubileum Vol. III




2001 - Destroyer Of Worlds


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2002 - The True Black Essence - History


2002 - Nordland I


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2003 - Nordland II


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2006 - In Memory Of Quorthon [Box]



Vol I [CD]



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Vol. II [CD]



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Vol. III [CD]



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One Rode to Asa Bay + Interview [DVD]



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Viking Metal

O Viking metal é um sub-gênero do power metal e com influências de Mitologia Nórdica. Muitos confundem o Viking Metal com o Folk Metal, porém nota-se que no viking metal normalmente o vocal é gutural e/ou drive e a música mais rápida e pesada. Ja no folk metal as músicas são mais agitadas e mais alegres


Características


A maior influência musical do Viking Metal é o Black metal, ja que muitas exaltam o paganismo e desprezam o cristianismo em suas letras, o que é muito comum no Viking Metal. O que foi diferenciando foi o fato do Viking Metal usar constantemente essa temática, fatos históricos da cultura Escandinava e instrumentos folclóricos Europeus (como a Gaita-de-Foles por exemplo).


História


Inegavelmente Bathory, one-man band de Quorthon, é um dos pioneiros do gênero. Foi na metade de sua carreira, durante os anos 90, que os majésticos álbuns Blood Fire Death e Hammerheart vieram a ser criados. Estes discos incorporaram ritmos mais lentos que o trabalho anterior do grupo, e foram influência direta para grupos como Enslaved, Mithotyn e Thyrfing. Embora o Bathory seja o criador deste estilo musical, foram estes grupos, juntamente com outros, que deram forma ao estilo, trazendo freqüentes coros de vozes masculinas, influência folclórica e temáticas viking. No século XXI apareceram numerosas bandas pelo mundo fazendo viking metal, moldando o gênero que, apesar de ser pequeno, já está perfeitamente consolidado.


Principais Bandas


Ancient Rites, Amon Amarth, Bathory, Einherjer, Ensiferum, Enslaved, Glittertind Mithotyn, Thyrfing, Týr, Vintersorg, Gwydion.